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26 abril 2009

A Arte dos Provérbios - Parte 5 (Arábes)


• Pela repetição, até o asno aprende.


• Lar, doce lar..., que escondes todos os meus defeitos!


• Com um bom conselho, antigamente ganhava-se um camelo; hoje, a inimizade...


• Pai dele, alho; mãe, cebola. Como pode ele cheirar bem?


• Se há muitos comandantes, o navio afunda.


• Não dá trela ao desocupado: ele fará de ti a sua ocupação.


• Enquanto não tiveres conhecido o inferno, o paraíso não será bastante bom para ti.


• Não aconselhes o tolo: em qualquer caso ele te culpará depois.


• Quem ocupa o poder tem metade das pessoas contra si... isto, se ele for justo.


• Ele joga a pedra e depois diz: - É o destino.


• Todo homem é mais parecido com sua época do que com seu pai.


• Eu já falei que é boi, mas ele insiste em querer ordenhar...


• Adversidades são grandes oportunidades.


• Quem quer ficar bêbado não fica contando os copos.


• Tudo o que acontece uma vez pode nunca mais acontecer, mas tudo o que acontece duas vezes, acontecerá certamente uma terceira.


• Defeito que agrada o sultão, vira virtude.


• Cada um tem o seu dia! Ó adversidade, tu também terás o teu!


• Caíste sozinho ou foi o camelo que te arremessou? Tanto faz: o fato é que eu caí.


• Por causa da rosa, a erva daninha acaba sendo regada.


• Limpa tua casa, pois não sabes quem baterá à tua porta; lava teu rosto, pois não sabes quem o beijará.


• Vender e arrepender-se é melhor do que não vender e se arrepender.


• Quem estuda e não pratica o que aprendeu é como o homem que lavra e não semeia.


• Mais vale ser cego dos olhos do que do coração.


• Alimenta teu cão e ele guardará tua casa; faze jejuar teu gato e ele te comerá os ratos.


• Muro baixo, o povo pula.


• Teu moinho gira para a direita ou para a esquerda? Sei lá, o importante é que ele me dá farinha!


• Deus, que é eterno, faz com que cada um tenha o seu dia.


• Corvo, roubar sabão? Para quê? Roubar é da minha natureza.


• A repetição deixa sua marca até nas pedras.


• Antes de examinar a casa (para comprar), examina os vizinhos.


• Não gaste duas palavras se uma única basta.


• Não pressiones demais o covarde que ele vira valente.


• Só sacia sua sede quem bebe pela própria mão.


• Plantamos o se, nasceu o eu gostaria...


• Um rosto sorridente é melhor até do que a hospitalidade.


• Não comas o pão servido por alguém que depois irá te lembrar da oferta.


• A árvore quando está sendo cortada observa com tristeza que o cabo do machado é de madeira.


• Nunca se justifique, porque os amigos não precisam, os inimigos não acreditam.


• Com a mentira se consegue o almoço, mas não o jantar.


• A palavra é o aroma do homem.


• É como a peregrinação a Meca: quem diz que é fácil, blasfema; quem diz que é trabalhosa, blasfema.


• De que filho a senhora gosta mais? Do pequeno, até que cresça; do ausente, até que volte; do doente, até que sare.


• O mar brigou com o vento e quem virou... foi a barquinha.


• Ele procura mel no traseiro da vespa.


• Tema quem não teme a Deus.


• Louco é o viajante que quer construir uma casa no caminho.


• Janta-o antes que ele te almoce.

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